jueves, 29 de enero de 2009

Goteras en el alma

Hoy.. sin preámbulos...

Llueve


Llueve afuera y adentro mio... y yo sin paraguas
Corro al refugio de siempre pero, como siempre, no parece el mismo
Me voy a escapar ¿Me voy a escapar? por ahora lo único que escapa es el reflejo cristalino de mi alma
Compré espejitos de colores a un precio conveniente pero los cambio todos por un simple garabato
Mancháme, mordéme, gritáme ¡Despertáme!
Pero no me dejes así, esperando que pase la tormenta
Me atraviesan pasadizos y no encuentro la salida
Me lanzo, entonces, a conocer fantasmas, a saltar acantilados y a morir a veces
Mi cordura está en juego pero de todas formas me aferro. Débil, tanteo esperanzas y espero...
Solo espero...
Afuera (y solo afuera) cesó la lluvia

To indo embora
...

Ainda espero...

Ainda tenho sono, não acabei de acordar
Acho que quando os meus olhos fiquem bem abertos
a realidade, vazia e suja, vai me doer
Ainda espero mas não sei o que
então vou esperar...
Ainda guardo os meus segredos, mas não vou compartilhar com ninguém
Acho que alguém ta esperando a mesma coisa que eu
mas não ligo...
Pouco a pouco meus cabelos irão se murchando,
meus dentes vão cair, meus olhos finamente vão fechar
A vida tem issa justiça
Só espero que minha mão, núa e fria não deça sozinha na escuridão do chão
E vou esperar, sim, que a noite venha me pegar com a sua música de vento e estrelas

Porque ainda espero, mas não sei o que...

1 comentario:

Lic. Daniela del Valle Palma dijo...

Amigo te extraño!!!!! Volvéeeeeeee!!!!!