Hoy.. sin preámbulos...
Llueve
Llueve afuera y adentro mio... y yo sin paraguas
Corro al refugio de siempre pero, como siempre, no parece el mismo
Me voy a escapar ¿Me voy a escapar? por ahora lo único que escapa es el reflejo cristalino de mi alma
Compré espejitos de colores a un precio conveniente pero los cambio todos por un simple garabato
Mancháme, mordéme, gritáme ¡Despertáme!
Pero no me dejes así, esperando que pase la tormenta
Me atraviesan pasadizos y no encuentro la salida
Me lanzo, entonces, a conocer fantasmas, a saltar acantilados y a morir a veces
Mi cordura está en juego pero de todas formas me aferro. Débil, tanteo esperanzas y espero...
Solo espero...
Afuera (y solo afuera) cesó la lluvia
To indo embora...
Ainda espero...
Ainda tenho sono, não acabei de acordar
Acho que quando os meus olhos fiquem bem abertos
a realidade, vazia e suja, vai me doer
Ainda espero mas não sei o que
então vou esperar...
Ainda guardo os meus segredos, mas não vou compartilhar com ninguém
Acho que alguém ta esperando a mesma coisa que eu
mas não ligo...
Pouco a pouco meus cabelos irão se murchando,
meus dentes vão cair, meus olhos finamente vão fechar
A vida tem issa justiça
Só espero que minha mão, núa e fria não deça sozinha na escuridão do chão
E vou esperar, sim, que a noite venha me pegar com a sua música de vento e estrelas
Porque ainda espero, mas não sei o que...
1 comentario:
Amigo te extraño!!!!! Volvéeeeeeee!!!!!
Publicar un comentario